sábado, 2 de abril de 2011
infinito
Suas buscas internas, solitárias
Imcompreensíveis em sua total extensão
Pobres os sentimentos obtusos e confusos
Desse sombrio mar batido pela ilusão
Ora. Clama. Me chama. Grita!
Por quê chora a vida perdida?
Espera. Cativa. Me ama?
Regurgita sombras de solição aflita.
O abismo infinito que nos separou
Em granito selado para a eternidade
Hoje se abre por tua vontade
Sem maldade
Só saudade
É verdade?
Imcompreensíveis em sua total extensão
Pobres os sentimentos obtusos e confusos
Desse sombrio mar batido pela ilusão
Ora. Clama. Me chama. Grita!
Por quê chora a vida perdida?
Espera. Cativa. Me ama?
Regurgita sombras de solição aflita.
O abismo infinito que nos separou
Em granito selado para a eternidade
Hoje se abre por tua vontade
Sem maldade
Só saudade
É verdade?

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2 comentários:
Se não for, é crueldade.
Infinito... Eternidade...
Ambiguidades, armadilhas das palavras e de mentes que se movimetam como tudo!
A vida é movimento!
Acredito, é verdade! Mas, é verdade agora, amanhã talvez já não seja mais...
Lindo! Alma exposta... Do avesso!
Amei...
beijocas-cruas